O jogo entre Duque de Caxias e Vasco da Gama rendeu mais do que eu esperava. Embora eu não esperasse por uma goleada do Vasco, também não esperava por momentos de perigo do nosso adversário. Tinha tudo pra ser um jogo chato, mas não foi.
Nos primeiros minutos, as duas equipes estavam procurando uma saída ao
mesmo tempo em que enfrentavam a chuva que castigou Macaé e o Moacyrzão.
Após dois lances perigosos - um do Vasco e outro do Duque - a bola
chega aos pés de Juninho, perto da meia-lua; coube a ele desfilar sua
elegância e calma ao finalizar com precisão: gol do Vasco, 1x0. O Duque
de Caxias jogava com velocidade e tentava trazer risco porém foram, de
certa forma, inofensivos no primeiro tempo.
Chega o segundo tempo e o jogo reinicia de forma pegada,
redimensionando a importância da partida quando Gilcimar empata o jogo.
1x1. Logo após o gol de empate, a equipe cruzmaltina foi pra cima, impôs
sua pressão que surtiu efeito: falha de marcação da equipe do Duque na
cobrança de escanteio e a bola sobra livre para Alecsandro. 2x1. Depois o
Vasco precisou conter os avanços do arisco time de Caxias, até que o
terceiro gol saiu da jogada característica desse time: Fágner avança até
a linha de fundo e cruza; a bola chega até a cabeça de Diego Souza.
3x1.Foi preciso apenas "administrar" o jogo e conter o adversário,
apesar da equipe de São Januário ter tentado criar jogadas ofensivas até
o fim.
Dito isto, volto à pergunta do título: o dinheiro está em segundo
plano? Em meio à "crise iminente" e/ou desconforto, podemos encontrar a
resposta dentro de campo. Ao que tudo indica a resposta - ao menos
provisória - é sim. O amor ao futebol e o compromisso parecem estar em
primeiro plano. E nós torcedores ganhamos com isso.
Saudações Vascaínas!
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